Viajar para o Reino Unido vai exigir registo eletrónico a partir de 2024 – publituris.pt

Os viajantes de países que não precisam de visto para entrar no Reino Unido, a exemplo da União Europeia, vão ser obrigados a pedir uma Autorização Eletrónica de Viagem para se deslocarem para o país já a partir do próximo ano.
Os viajantes de países que não precisam de visto para entrar no Reino Unido, a exemplo da União Europeia, vão ser obrigados a pedir uma Autorização Eletrónica de Viagem para se deslocarem para o país já a partir do próximo ano.
Os viajantes de países que não precisam de visto para entrar no Reino Unido, a exemplo da União Europeia, vão ser obrigados a pedir uma Autorização Eletrónica de Viagem para se deslocarem para o país a partir do próximo ano, avança a imprensa britânica.
De acordo com a informação avançada, esta medida, que entre em vigor para viajantes de países como o Qatar já a 25 de outubro, vai ser alargada e deverá abranger todos os países da União Europeia já no próximo ano.
Além da União Europeia, a partir de fevereiro de 2024, também os cidadãos de países como a Jordânia, Bahrein, Kuwait, Omã, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos ficam obrigados a pedir a Autorização Eletrónica de Viagem a partir de fevereiro de 2024.
Ao longo do próximo ano, o Reino Unido vai adicionar a este programa os restantes países do mundo que dispensam visto para entrar em território britânico, a exemplo ainda dos países da América Latina, como Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Guatemala, México, Paraguai e Uruguai.
Esta Autorização Eletrónica de Viagem vai ser obrigatória tanto em deslocações para fins turísticos, como para viagens de negócios ou de estudantes, desde que a permanência no Reino Unido seja inferior a seis meses.
As autoridades britânicas já fizeram, no entanto, saber que não vão existir exceções para viagens de negócios imprevistas, ainda que o objetivo seja o de emitir esta autorização num prazo de três dias úteis
Para pedir esta autorização, os viajantes devem consultar um website que vai ser criado para o efeito e submeter uma fotografia que permita à autoridades britânicas registrar dados biométricos, respondendo ainda a algumas questões sobre a motivação da viagem.
Por enquanto, não há ainda indicação de qual será o preço desta Autorização Eletrónica de Viagem, apesar de já se saber que a sua validade vai ser de dois anos, permitindo múltiplas entradas em território britânico.
Os europeus residentes no Reino Unido antes do Brexit e que tenham o estatuto de “residente permanente” não vão ficar sujeitos à obtenção desta autorização para poderem entrar no país, aplicando-se o mesmo principio também aos residente na República da Irlanda.
A imprensa internacional lembra que também a União Europeia está a estudar a possibilidade de, no próximo ano, lançar o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS), que deverá obrigar os britânicos e os turistas de países sem visto a pagar sete euros por uma autorização de entrada prévia que será válida por três anos.
 
Voltar a colocar Albufeira como principal destino turístico nacional é a prioridade de Desidério Silva, presidente da APAL – Agência de Promoção de Albufeira, que foi eleito em janeiro e que, em entrevista ao Publituris, faz um balanço positivo dos primeiros meses de mandato e revela o calendário de ações que a associação tem previsto para 2023.
De regresso ao Turismo, Desidério Silva, antigo presidente da Câmara Municipal de Albufeira e da Região de Turismo do Algarve, foi eleito, em janeiro, presidente da APAL – Agência de Promoção de Albufeira, cargo que não é remunerado e ao qual diz que só aceitou candidatar-se para ajudar a renovar a associação e contribuir para valorizar a marca Albufeira.
Em entrevista ao Publituris, o responsável faz um balanço positivo dos primeiros meses de mandato, ao longo dos quais já foi possível aumentar o número de sócios e o capital da associação, e revela o calendário de ações previsto para este ano, que inclui mercados como o norte-americano, de forma a atrair mais e melhores turistas para um município que já liderou o turismo nacional, mas que tem vindo a perder dormidas, muito por culpa da imagem de destino de animação noturna que ainda perdura e que a APAL também pretende ajudar a inverter.
É um nome bem conhecido do Turismo nacional, foi presidente da Câmara Municipal de Albufeira e presidente da Região de Turismo do Algarve. Porque decidiu, agora, aceitar este desafio de presidir à APAL?
É realmente um grande desafio, uma grande aventura. Fui desafiado a assumir a presidência da APAL – Agência de Promoção de Albufeira, uma associação que eu tinha criado enquanto autarca, em 2004, e, portanto, ao ter assumido a instituição dessa associação, é evidente que, ao fim deste tempo, quando me foi colocada esta questão pelo presidente da Câmara Municipal de Albufeira, não poderia recusar.
É uma área que conheço bem, desde logo pela experiência que tive enquanto autarca e também enquanto presidente da Região de Turismo do Algarve e, portanto, fui criando alguma experiência que espero que possa contribuir para o objetivo, que é a valorização de Albufeira enquanto destino turístico. Essa é a minha prioridade, até porque esta posição não é remunerada, é claramente um serviço público.
Vai aproveitar essa experiência para voltar a colocar Albufeira como principal destino turístico nacional?
Essa é a prioridade. Felizmente, estive muito tempo ligado a um município que liderava o turismo nacional, estive também ligado a uma região que liderava o turismo nacional. Por isso, fui desafiado a dar uma ajuda ao turismo de Albufeira.
Houve eleições livres, liderei uma lista candidata e fui eleito em janeiro e a partir daí assumi claramente este objetivo de valorização de Albufeira enquanto destino turístico. E, desde então, a APAL tem vindo a crescer.
Quando tomei posse, a 10 de janeiro, a APAL tinha 166 associados, neste momento, temos mais 40 associados, e aumentámos o capital social da associação em mais cerca de 30 mil euros. Isto permite que a associação tenha uma capacidade de resposta muito mais forte e objetiva.
Também tivemos uma reunião com a escola de Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve no sentido de realizarmos uma avaliação daquilo que a APAL representa em termos do número de associados, de empregabilidade, mas também daquilo que é o tecido económico e a faturação dos associados. No fundo, queremos saber aquilo que a associação representa num município que tem nove milhões de dormidas todo o ano. Nada se pode fazer sem que exista, primeiro, uma avaliação.
Aquilo que pretendo fazer não é numa base pessoal, é no sentido global do concelho. Já tive o meu tempo e as minhas prioridades, agora, a prioridade é mesmo Albufeira
Como encontrou a ‘casa’ quando chegou à liderança da APAL?
Não posso dizer que encontrei em mau estado, mas, nos últimos anos, nomeadamente face à pandemia e a outros fatores, havia necessidade de se imprimir outra dinâmica à APAL. Não está em causa a capacidade dos anteriores dirigentes, até porque as pessoas que estavam na APAL têm outras atividades, eu já estou noutra fase e aquilo que esta equipa pretende é renovar e dar uma força nova à associação.
Desde que cheguei à APAL, a minha prioridade tem sido procurar unir a equipa e mostrar que não estou aqui só por estar. O maior exemplo é que, em poucos meses, consegui atrair mais de 40 sócios e, portanto, isto dá o exemplo de que todos temos de trabalhar no mesmo sentido.
Não pretendo destacar o meu papel, até porque não tenho objetivos quantificáveis, e o que peço é apenas que a equipa da APAL me ajude a atrair novos sócios e a criar mais orçamento, até porque temos um plano de atividades para este ano que prevê ainda deslocações aos Países Baixos, a Paris, a Nova Iorque e a Boston, e quanto mais orçamento tivermos, mais ações poderemos fazer. Depois, queremos fazer também conferências em novembro e, em abril de 2024, para assinalar o 20 aniversário da APAL.
Portanto, o objetivo é tornar a APAL numa associação forte e mobilizadora, capaz de contribuir para resolver os problemas do município e as suas fragilidades, que devem ser corrigidas e melhoradas.
E que avaliação faz destes primeiros meses de mandato?
Em poucos meses, aumentámos o número de associados e o capital social, e temos vindo também a fazer outro trabalho, nomeadamente de identificação dos associados, porque uma associação como a APAL não pode servir apenas para pagar as quotas, deve também mostrar o papel dos seus associados, a sua pujança económica e a sua capacidade na oferta turística do concelho de Albufeira.
Estes são alguns dos pontos em que estamos a trabalhar e que têm valido, por parte dos meus colegas, uma reação muito positiva tendo em conta aquilo que estamos a fazer nestes últimos seis meses.
Portanto, sim, o balanço que fazemos deste mandato, até agora, é positivo, quer pelo aumento do número de sócios, quer pelo aumento do valor da verba dos associados e daquilo que são as ações previstas numa base dinâmica em termos de promoção.
Mas temos ideias mais objetivas e aquilo que me parece importante é o município perceber que a marca Albufeira só pode ser valorizada através dessas ações, que não sejam politizadas, porque aquilo que pretendo fazer não é numa base pessoal, é no sentido global do concelho. Já tive o meu tempo e as minhas prioridades, agora, a prioridade é mesmo Albufeira.
Há uma vasta oferta ligada ao turismo de natureza, mas que não tem sido suficientemente projetada, de forma a ser valorizada como deveria. E a APAL também tem a competência e obrigação de dar a conhecer esta oferta
Sol e Praia e animação noturna
Falou nos problemas que Albufeira tem e, de facto, os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que Albufeira é um dos poucos municípios do país que tem vindo a perder dormidas. Qual é a estratégia da APAL para ajudar a reverter esta realidade?
Em primeiro lugar, é preciso ter em conta o tipo de oferta que temos, se a oferta for uma oferta barata, não vamos ter o turismo que pretendemos, que é um turismo de qualidade.
Depois, temos de ter, obviamente, muito cuidado naquilo que é a forma como tratamos os clientes e isto tem muito a ver com a questão dos bares e com a conotação mais negativa que muitas vezes se associa a Albufeira. Mas, se houver um regulamento, uma postura e uma atitude mais forte por parte do município, criando regras e sensibilizando os empresários para essa postura, acredito que podemos encontrar formas de reduzir e minimizar essa parte mais negativa.
Em Albufeira, temos alguns dos melhores hotéis do Algarve e recebemos, também, os melhores turistas do Algarve, mas, normalmente, aquilo que é mediatizado e de que mais se fala é dessa parte negativa e isso também é algo que queremos inverter.
Por outro lado, a Câmara Municipal de Albufeira deve apostar mais na valorização da marca e no que está por baixo do chapéu da marca Albufeira, nomeadamente no mercado nacional, mas também no mercado espanhol e a nível internacional. Ou seja, aquilo que se deve fazer é agarrar em alguns eventos que marquem claramente a diferença entre Albufeira e os outros municípios. Lembro-me do que já fizemos em Albufeira e da projeção que Albufeira teve e acredito que é altura de voltar a mudar o conceito dos espetáculos e eventos que Albufeira promove porque o importante num destino não é a perceção que temos dele, é a perceção que os outros têm do destino e é por isso que acho que temos de inverter isto, criando uma perceção lá para fora de que Albufeira é um bom destino turístico porque temos muita coisa boa que, no fundo, não é promovida e divulgada. É isso que precisamos de inverter e a que estamos atentos no âmbito da APAL.
E que ações tem a APAL previstas ainda para este ano, para promover e dar a conhecer o destino Albufeira nos mercados estrangeiros?
Após o verão, vamos voltar a realizar ações para promover Albufeira. Já temos iniciativas previstas para setembro e, em outubro, vamos à feira de turismo de Paris, a IFTM, bem como aos Países Baixos, Nova Iorque e Boston, até ao final do ano.
Em novembro, queremos fazer uma sessão de conferências e, mais para o final do ano, vamos também realizar uma ação para os empresários da APAL relativa ao fim-de-ano. Depois, vamos aproveitar os meses de janeiro e fevereiro, que são mais parados a nível turístico, para promover algumas ações e, em abril, queremos fazer o 20.º aniversário da APAL com uma conferência, com alguma dinâmica e projeção nacional.
Portanto, temos um conjunto de ações que queremos promover, além daquelas que vamos procurando diariamente e que nos têm permitido também ter novos sócios e mais capital. Isto é muito importante porque quanto mais capital a APAL tiver, muito mais promoção poderemos fazer.
É por isso que procuramos capitalizar também essa componente para que a marca Albufeira possa ser cada vez mais reforçada e valorizada. Porque uma coisa é certa, os outros municípios também vão procurar realizar ações no sentido de mostrar uma oferta diferenciada e é isso que justifica que, numa pesquisa no Google, Albufeira já não apareça em primeiro lugar, como acontecia no passado. Este é um diagnóstico que está feito, agora precisamos de trabalhar para inverter esta realidade e a APAL é claramente uma associação que tem essa finalidade e é nessa fase da inversão que temos estado a trabalhar.
Fizemos uma ação no Canadá, no ano passado, e resultou muito bem. Como o mercado canadiano se começa a consolidar em Albufeira, este ano, a aposta é nos EUA
E que outros produtos tem Albufeira vindo a desenvolver ou tem potencial para desenvolver, uma vez que a imagem do município continua muito associada ao Sol e Praia?
Albufeira tem muito potencial e tem vindo a apostar no turismo de natureza e nas atividades ligadas ao turismo de natureza, como os tours de bicicleta ou os percursos pedestres e o hiking. Neste âmbito, Albufeira é candidata à ONU por causa do Geoparque Algarvensis, que inclui o concelho de Albufeira, juntamente com os concelhos de Loulé e Silves, num projeto que procura valorizar a componente de interior.
Portanto, há uma vasta oferta ligada ao turismo de natureza, mas que não tem sido suficientemente projetada, de forma a ser valorizada como deveria. E a APAL também tem a competência e obrigação de dar a conhecer esta oferta que é ainda desconhecida e de introduzir estas vertentes no processo de promoção.
Depois, também temos uma gastronomia importantíssima e, se virmos bem, neste território de 30 quilómetros de praia, temos uma cadeia hoteleira que é do melhor que existe.
Acredito que se estas coisas positivas forem projetadas com a dimensão que têm, acabarão por ser um sucesso, mas, infelizmente, o que acontece muitas vezes é que as situações menos positivas, que acontecem basicamente em dois espaços, acabam por ter mais mediatismo.
Albufeira chega aos EUA
E como está a diversificação de mercados para Albufeira, a APAL tem procurado diversificar os mercados que pretende atrair e nos quais é feita a promoção de Albufeira?
Exatamente, essa é uma preocupação e é por isso que, este ano, temos procurado participar em várias ações. Além de termos estado em Lisboa, na BTL, estivemos também no Porto, em Vigo, em Sevilha, temos os Países Baixos, Paris, Nova Iorque e Boston, a Extremadura espanhola e, tendo capital, vamos procurar chegar também ao Luxemburgo e Alemanha. Estes são os mercados que temos capacidade de trabalhar este ano, além, é claro, do mercado inglês, que continua a ser prioritário e por causa do qual estivemos já em Belfast e em Dublin.
Falou em ações em Nova Iorque e em Boston, nos EUA. Como está o mercado americano em Albufeira, já tem alguma representatividade?
Como sabemos, o mercado americano, no contexto nacional, está a subir e obviamente que está a subir porque Lisboa e Porto se tornaram marcas muito fortes para estes turistas. Mas a dimensão deste mercado, para a escala do Algarve ou de Albufeira, ainda é pequena. Contudo, sabemos que já temos, em Albufeira, muito mercado canadiano e americano mesmo sem nunca termos feito nenhuma ação de promoção nos EUA. Ainda não foi comigo, mas fizemos uma ação no Canadá, no ano passado, e resultou muito bem. Como o mercado canadiano se começa a consolidar em Albufeira, este ano, a aposta é nos EUA. Queremos mostrar que existimos também em Boston e em Nova Iorque.
Apesar de ter ainda pouca expressão, o mercado americano é sempre importante por várias razões, desde logo pela parte económica, mas também pela possibilidade de crescimento, enquanto mercado emergente que ainda é para Albufeira. Sabemos que, pelos números que representa, este é um mercado importante, onde temos de ir e onde temos de fazer esse esforço para mostrar que existimos.
No final, gostava de deixar a certeza de que fiz tudo ao meu alcance para recuperar uma associação que é importante por aquilo que ela representa para o turismo de Albufeira
Em relação aos restantes mercados, o britânico continua a ser o principal e não têm existido alterações no ranking de mercados mais importantes para Albufeira?
Exatamente, o mercado britânico continua a ser o mais importante, seguido do mercado espanhol, que é um mercado de proximidade e que, por isso, é um mercado extremamente importante, como é, aliás, o mercado nacional. Não abdicamos nunca do mercado nacional nem do mercado espanhol, não achamos que o mercado britânico ou outros cheguem para Albufeira e acreditamos que não podemos preterir estes mercados em função de outros porque sabemos o quanto eles são importantes e o quão foram importantes nos momentos de crise. Nessas alturas, aquilo que se chama de turismo de proximidade foi fundamental.
Por isso, temos de continuar a ter uma atenção muito especial ao mercado nacional e ao mercado espanhol, sabendo que mercados como o britânico, o francês, o holandês ou o mercado do Benelux têm uma importância muito grande e que também não podemos, obviamente, descurar.
Para terminar, queria apenas perguntar-lhe como espera chegar ao fim deste mandato, ou seja, no final, que balanço gostaria de poder fazer?
Gostaria que dissessem que acabei por voltar para recuperar a instituição, que deixei o dobro dos sócios que a APAL tinha e o dobro do orçamento, ou seja, do capital que a associação tinha. Em resumo, no final, gostava de deixar a certeza de que fiz tudo ao meu alcance para recuperar uma associação que é importante por aquilo que ela representa para o turismo de Albufeira, não só ao nível do número de dormidas, mas também pela sua importância para o tecido económico do município, nomeadamente em termos de empregabilidade e do desenvolvimento desta cidade.
A MoneyTransfers.com elaborou um ranking dos destinos mais massificados com o turismo. A Tailândia tem três cidades nas primeiras três posições.
Phuket, Pattaya e Krabi são cidades com maior número de turistas por habitante, revela um recente estudo da MoneyTransfers.com.
A cidade de Phuket, indicam os números, tem 118,5 turistas por cada habitante, seguindo-se Pattaya com 98,7 turistas por habitante. Krabi fecha o pódio, com 72,2 turistas por habitante.
O estudo coloca a cidade do Porto com 1,8 turistas por habitante, enquanto Lisboa aparece mais abaixo, com 1,2 turistas por habitante.

A medida, que entrará em vigor na próxima Primavera, pretende evitar que a UNESCO inscreva a cidade na sua lista negra.
A cidade de Veneza irá cobrar uma taxa de cinco euros a turistas que não pernoitem na cidade, a partir da próxima Primavera, avançaram, recentemente, os responsáveis da Câmara da cidade italiana.
Esta medida pretende evitar que o turismo de massas leve a UNESCO a inscrever a cidade na sua lista negra de classificação de Património da Humanidade.
A “taxa de acesso”, como é descrita, será apresentada nas próximas semanas na Câmara, esperando-se que seja aprovada definitivamente, de modo a fixar o mecanismo que estabelecerá o sistema de pagamento, tendo-se já indicado que este será “multilingue e multicanal”, ficando disponível dentro dos próximos meses.
Esta taxa não afetará, no entanto, os residentes ou quem trabalha na cidade, bem como menores de 14 anos, pessoas que se deslocam ao centro da cidade para tratamento médico, desportistas e familiares de residente até ao terceiro grau.
Os responsáveis da Câmara já informaram, igualmente, que a edilidade não terá nenhum benefício com esta nova taxa, servindo a mesma unicamente para desenvolvimento do sistema que procura desincentivar o turismo diário em determinados períodos do ano.
 
A revalidação vigora por mais quatro anos e foi decidida durante uma reunião que decorreu esta semana, em Marrocos.
O Estrela Geopark viu a classificação como Geopark Mundial da UNESCO revalidada esta terça-feira, 5 de setembro, numa decisão tomada por unanimidade pelo  Conselho Mundial de Geoparks da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
De acordo com a Lusa, que cita informação avançada pelo Estrela Geopark nos seus canais digitais, a revalidação vigora por mais quatro anos e foi decidida durante uma reunião que decorreu esta semana, em Marrocos.
“Estamos muito contentes. E ser o único Geopark do mundo que teve mil pontos em mil possíveis é absolutamente fantástico e deve deixar muito orgulhoso todo o território”, disse à Lusa Flávio Massano, presidente da Associação Geopark Estrela e também presidente da Câmara Municipal de Manteigas, onde se localiza a sede do geopark.
Para o responsável, esta é “uma maravilhosa notícia, neste ano que tem sido bastante duro e desafiante”, realçando o trabalho da equipa do parque, que foi até “elogiada pelos avaliadores internacionais”..
“Dizem mesmo no relatório que nos enviaram que, para além de todas as condições que este território tem, geológicas e naturais, a equipa é o ponto forte deste Geopark”, acrescentou.
No futuro, indicou ainda Flávio Massano, a associação quer “aproximar a marca a todos os municípios e a todos os munícipes”, num “trabalho de afirmação” que pretende “que todos os nove municípios sintam que são do Geopark e que se envolvam e o acarinhem”.
“Têm de perceber que esta marca, como património da UNESCO, é muito importante para o território”, sustentou, considerando, no entanto, que este é “um caminho difícil”, uma vez que, dentro do Geopark,”há municípios que se envolvem a velocidades diferentes”.
Apenas no mês de agosto, a República Dominicana contabilizou a entrada de 665.082 turistas por via aérea, o que representa um crescimento de 7% face a igual mês do ano anterior e um novo recorde para o país.
A República Dominicana recebeu, até agosto, mais de sete milhões de visitantes internacionais, número que representa um aumento de 25% face a igual período do ano passado, de acordo com dados revelados pelo Ministério do Turismo da República Dominicana.
Do total de visitantes internacionais recebidos, a grande maioria, cerca de 5,5 milhões de visitantes, entrou no país através dos vários aeroportos dominicanos, enquanto 1,5 milhões de turistas chegaram através de cruzeiros, avançou David Collado, ministro do Turismo da República Dominicana.
Apenas no mês de agosto, o país contabilizou a entrada de 665.082 turistas por via aérea, o que representa um crescimento de 7% face a igual mês do ano anterior e um novo recorde para o país, segundo o governante.
De acordo com David Collado, os número registados até agosto mostram que a República Dominicana está a dar “passos firmes para chegar aos 10 milhões de turistas, que durante anos foi uma meta” para o país.
Quanto a mercados, os EUA mantêm-se como o principal mercado emissor de turistas para a República Dominicana, representando 55% do total de turistas que, até agosto, visitaram o país, seguindo-se o Canadá, com 14% do total.
A companhia aérea portuguesa estará com um vídeo que será exibido 72 vezes por dia, todos os dias, até ao final de 2024, num dos locais mais emblemáticos do mundo.
A TAP promove Portugal nos ecrãs de Times Square (Nova Iorque – EUA), com a exibição de um vídeo com imagens da companhia e do país, que vai passar nos ecrãs gigantes da mais icónica praça dos EUA e do mundo.
O vídeo, com uma duração de 15 segundos, será exibido três vezes por hora, 72 vezes por dia, todos os dias, até ao final de 2024, e será renovado ao longo do tempo, com adaptação aos períodos festivos, promoções, etc..
No total, Times Square será o palco para a exibição de 32 mil spots com mensagens da TAP e de Portugal, que vão chegar a uma audiência estimada de 730 milhões de nova-iorquinos e visitantes.
Com este investimento, não indicado, a TAP “consolida o seu papel de grande promotora de Portugal e maior montra do país no mundo, refere em nota de imprensa.
Em 2019, o turismo de compras ascendeu a 178 mil milhões de dólares, correspondendo a 6% do valor total gerado pelo setor.
De acordo com o mais recente “Global Retail Tourism: Trends and Insights”, realizado pelo e World Travel & Tourism Council (WTTC), o turismo de compras representou 6% do valor total gerado pelo setor, em 2019. Segundo as contas feitas pelo WTTC, o turismo de compras representou 178 milhões de dólares (cerca de 167 mil milhões de euros) no ano que antecedeu a pandemia COVID, excedendo nalguns destinos os 15% de representatividade.
No estudo realizado pelo WTTC, em parceria com o Centro de Pesquisa em Hotelaria e Turismo da Universidade Politécnica de Hong Kong e em colaboração com o The Bicester Collection, revela-se que, “apesar deste impulso significativo para as economias em todo o mundo, este segmento tem sido historicamente subinvestigado, levando à falta de dados críticos para a previsão estratégica”.
O último relatório do WTTC aborda esta lacuna, oferecendo informações sobre os hábitos de compra dos viajantes, incluindo visitas a destinos de compras fora da cidade e destaca tendências emergentes, como o retalho sustentável.
O relatório, diz o WTTC, “lança luz sobre o imenso potencial inexplorado do turismo de compras para os destinos e negócios”, salientando a entidade que este segmento começou a recuperar da pandemia de COVID-19 na maior parte dos mercados em 2021, com as Américas e a Europa na liderança. Demonstrando um crescimento notável, ultrapassou as economias globais em quase todos os mercados antes da pandemia, demonstrando a sua resiliência e perspetivas de crescimento futuro.
O WTTC admite mesmo que o turismo de compras está a desempenhar um papel “fundamental na recuperação do sector das viagens e turismo”, que viu as receitas do turismo inbound aumentarem 82%, em 2022. “Fazer compras não é mais apenas uma atividade de lazer, moldando as decisões de viagem, aumenta o apelo do destino, aumenta as receitas em moeda estrangeira e apoia marcas e produtos locais”, frisa o WTTC.
O relatório destaca temas emergentes, incluindo o “retailtainment” – a fusão do retalho e entretenimento – para incentivar as compras e melhorar a experiência do cliente.
Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, refere que o turismo de compras “não é apenas a compra de souvenirs, é uma força motriz por trás da recuperação do setor das viagens e turismo, contribuindo significativamente para receitas, criação de emprego e crescimento económico global”.
Por isso, admite que o relatório sublinha o “potencial inexplorado” do turismo de compras e a necessidade das partes interessadas em todo o setor das viagens e turismo para se adaptar às mudanças nas preferências dos viajantes. Os viajantes estão à procura de marcas autênticas que captam a cultura e a singularidade do seu destino, bem como o luxo das marcas num ambiente luxuoso”.
Já Desirée Bollier, Chair and Global Chief Merchant da Bicester Collection, admite que a fusão económica entre a prosperidade com experiências enriquecedoras, faz com que o turismo de compras eleva as comunidades ao mesmo tempo que celebra a herança”.
“Uma abordagem colaborativa entre o retalho, viagens e turismo eleva a jornada do viajante e equilibra o crescimento do setor com ações conscientes. Através da integridade do destino, tecnologia, a cooperação público-privada, empatia com o ponto de vista do viajante e defesa de políticas bem ponderadas, traçamos o caminho para o futuro dinâmico do turismo de compras”, salienta Bollier.
O diretor do Centro de Pesquisa em Hotelaria e Turismo da Escola de Hotelaria e Gestão de Turismo na Universidade Politécnica de Hong Kong, Haiyan Song, refere, por sua vez, que a “sustentabilidade nas viagens e no turismo continuará a crescer em importância após a pandemia da COVID-19 e é imperativo que os retalhistas entendam quanto os compradores e viajantes estão dispostos a pagar por produtos sustentáveis”.
Fornecendo informações sobre os padrões de gastos e preferências dos consumidores atuais dos turistas, o relatório ressalta a fusão do turismo experiencial com o de compras, indo ao encontro das exigências dos turistas de compras.
Embora as lojas de rua continuem a ser destinos de compras populares, o retalho fora da cidade também está a crescer em popularidade, com cerca de um terço dos inquiridos no estudo a admitir visitas a esses destinos.
Além disso, as compras online complementam, em vez de substituir, as experiências tradicionais de retalho, recomendando o relatório informações para as partes interessadas no turismo de compras, fornecendo orientação sobre como navegar com sucesso nessas tendências emergentes.
Embora o futuro do turismo de compras pareça positivo, o WTTC refere que é “essencial reconhecer e abordar certos obstáculos”, incluindo “desafios relacionados com a legislação laboral e o impacto das políticas de compras isentas de impostos”.
“A superação destas barreiras será crucial para o crescimento contínuo e a sustentabilidade deste setor dinâmico”, conclui o WTTC.
 
Depois de Portugal, Brasil e Cuba, o grupo Vila Galé vai expandir a sua atividade para um quarto mercado. O grupo português aposta na Isla Canela, em Espanha, com a abertura do novo hotel a estar marcada para abril de 2024.
Foi no final do mês de julho – durante a inauguração do NEP Kids em Beja – que os responsáveis do grupo Vila Galé avançaram com a informação da expansão para novos mercados em 2023 e 2024. Se a aposta em Cuba já foi anunciada, com a abertura do Vila Galé Cayo Paredón, um resort all inclusive em Cayo Paredón Grande, a 25 minutos do aeroporto Jardines del Rey, em Cayo Coco, em outubro de 2023, Espanha recebe o grupo na Páscoa de 2024, em abril, com a abertura de um hotel em Isla Canela (Costa de la Luz, Huelva).
Com acesso direto à praia de Isla Canela, o futuro Vila Galé Isla Canela terá 300 quartos com varanda, duas piscinas, dois restaurantes, três bares, incluindo um na piscina, Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, ginásio, salas de massagens, banho turco, sauna e piscina de hidromassagem, Clube Nep para as crianças, salas de eventos e lojas. A oferta gastronómica e de animação será muito vocacionada para famílias e casais.
A Saint Croix HI, a SOCIMI (Sociedades Anónimas Cotizadas de Inversión Inmobiliaria, em espanhol) do Grupo Pryconsa, irá realizar a reforma para implementação do novo hotel Vila Galé Isla Canela numa unidade hoteleira existente, que passará por uma renovação completa, realizada em várias fases.
“Estamos muito entusiasmados com este desafio em Espanha”, refere Gonçalo Rebelo de Almeida, CEO da Vila Galé. “Acreditamos que Isla Canela é um destino com muita procura e bastante potencial, e que poderemos vir a desenvolver os mercados espanhol, português e dos restantes países europeus. Esta nova unidade permitirá reforçar a oferta de qualidade e a presença internacional do grupo, sobretudo no que diz respeito ao turismo de praia e para famílias”, destaca o CEO do grupo hoteleiro português.
Já do lado da Saint Croix HI, o CEO da empresa, Marco Colomer, refere que “temos muito orgulho em disponibilizar um imóvel muito especial para permitir à Vila Galé abrir o seu primeiro hotel em Espanha, que será um sucesso garantido tanto pela experiência e bom trabalho da empresa hoteleira, como pela qualidade e localização do imóvel, em frente ao mar, bem como os benefícios do destino Isla Canela”.
A JetBlue acaba de anunciar que suspenderá, a partir do próximo dia 17 de setembro, as operações em Cuba devido à quebra da procura, e que reembolsará os passageiros com voos reservados para uma data posterior. Outras companhias aéreas norte-americanas, como a Delta e a United Airlines também planeiam reduzir as ligações para aquele destino caribenho.
A JetBlue, a primeira companhia aérea comercial dos EUA a retomar voos para Cuba depois que as relações diplomáticas, ao fim de 50 anos, foram restauradas sob a administração de Barack Obama, em agosto de 2016, operava dois voos diários para Havana a partir de Fort Lauderdale e um voo aos sábados de Nova Iorque para a capital cubana.
Outras companhias aéreas dos EUA, como Delta e United Airlines, planeiam reduzir voos para a ilha caribenha. A Delta pediu ao Departamento de Transportes que suspendesse temporariamente os seus sete voos que conectam Atlanta e Havana e sete das suas 14 ligações Miami-Havana entre 29 de outubro e 30 de março do próximo ano. No início de junho, a United notificou o Departamento de que suspenderia os serviços Newark-Havana a partir de 29 de outubro. No entanto, a American Airlines, que opera vários voos para Havana e outras cidades, não anunciou alterações na sua operação de Cuba.
“A procura por viagens para a ilha foi significativamente afetada por mudanças no cenário regulatório e restrições à capacidade dos nossos clientes de entrar em Cuba”, disse a JetBlue em comunicado. “Esperamos retomar o nosso serviço para Havana e continuar a procurar oportunidades dentro de Cuba se as viagens se tornarem mais acessíveis no futuro”, acrescentou.
Recorde-se que as viagens para Cuba foram afetadas pelas restrições impostas por Donald Trump, que proibiu voos para outras cidades além de Havana, medida revogada pela administração de Joe Biden no ano passado.
Antecipando o aumento da procura, a JetBlue e outras companhias aéreas norte-americanas solicitaram ao Departamento de Transportes que aprovasse mais voos para Cuba para aumentar a conectividade entre os dois países. Os americanos não podem fazer turismo em Cuba por causa do embargo, mas podem viajar para a ilha em diversas categorias autorizadas, incluindo excursões em grupo para fins educacionais. Mas, apesar das expectativas de que iria mais longe, Biden não levantou as restrições que proíbem os americanos de irem a Cuba numa categoria controversa para promover contactos individuais com o povo cubano, o que os críticos dizem que equivale a permitir o turismo. A administração Biden também manteve uma medida que proíbe os viajantes americanos de se hospedarem em hotéis do governo cubano.
O que não parece estar no caminho da recuperação total é a prejudicada indústria do turismo na ilha, que viu o número de visitantes bem abaixo dos níveis pré-pandemia. Comparado a outros destinos das Caraíbas, como o dominicano ou porto-riquenho, o turismo cubano ainda não conseguiu se restabelecer após a queda dos números históricos de 2018.
 
A 1ª edição do Festival da Montanha, em Manteigas, entre os dias 22 e 24 de setembro, vai celebrar a natureza, a grandeza das montanhas e a cultura associada a estas paisagens. Reunindo entusiastas da natureza, amantes do ar livre e da vida, o festival visa proporcionar experiências autênticas.
Durante os três dias do Festival da Montanha, que terá lugar no coração da Serra da Estrela, os participantes têm a oportunidade de se envolver numa ampla variedade de atividades, não competitivas, como caminhadas, BTT e e-bike escalada, Trail Running, Stand Up Paddle, parapente e outros desportos de montanha, mas também, yoga e meditação, palestras e workshops, observação astronómica, cinema ao ar livre e fotografia, concertos e muita animação.
O programa diversificado do festival, conforme dá conta a organização, inclui mais de 35 atividades para que ninguém fique de fora, independentemente da idade, condição física ou capacidade de mobilidade. Todas as atividades partirão da vila de Manteigas, do Parque da Várzea, onde o festival montará o seu campo base.
O objetivo principal é destacar a importância das montanhas e promover a conscientização sobre sua preservação. Além disso, procura fomentar a ligação com a natureza, promover a saúde e o bem-estar, incentivar a partilha e estimular a economia local através da promoção do turismo sustentável.
O evento, organizado pela RUDE – Associação de Desenvolvimento Rural, ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela, Pró-Raia – Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte, no âmbito de um projeto de cooperação entre grupos de ação local, o município de Manteigas e o Estrela Geopark Mundial da UNESCO, promete proporcionar uma oportunidade única para os amantes da natureza e entusiastas das atividades ao ar livre reunirem-se, partilharem experiências, aprenderem com especialistas e explorarem as belezas naturais da Serra da Estrela.

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