Quer fugir dos pacotes flexíveis? Veja dicas para economizar na hora de viajar – UOL

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Pacotes flexíveis —sem data definida, nem reservas confirmadas— conquistaram o público nos últimos anos pelos preços baixos. O barato, porém, saiu caro: tanto o Hurb (antigo Hotel Urbano) quanto a 123milhas, líderes na modalidade, tiveram de suspender a emissão de passagens promocionais por problemas financeiros.
A boa notícia é que dá para fazer uma viagem mais barata sem precisar recorrer a esses pacotes sem datas fixas. Confira dicas para economizar na hora de colocar o pé na estrada.
Para trajetos em que é preciso comprar uma passagem de avião, planejamento é a palavra-chave para não estourar o orçamento. E isso vale para alta e baixa temporada.
“Para destinos internacionais, recomendo começar a se organizar um ano antes de viajar. Para nacionais, seis meses”, diz André Coelho, professor de MBAs da FGV (Fundação Getulio Vargas) e especialista em turismo.
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Definido o período, marque no calendário: para fora do país, compre passagens com três meses de antecedência. Para viagens domésticas, compre entre um e dois meses antes.
“Mais do que isso é para parcelar. O valor não muda muito, já que é calculado pela quantidade de pessoas em cada voo”, afirma Anderson Dias, primeiro brasileiro a conhecer todos os 196 países reconhecidos pela ONU e criador de conteúdo no @196sonhos.
Outra regra de ouro é usar sites que comparam preços em diferentes companhias, como o Google Flights, SkyScanner e Kayak. Neles, aposte na flexibilidade: “Em vez de fixar uma data, pesquise pelo mês inteiro e veja qual é o dia mais barato”, afirma Dias.
Cheque também o Skiplagged, um buscador que popularizou a emissão de bilhetes para “cidades ocultas”, ou “skiplagging”. Ele possibilita o desembarque na escala, o que costuma ser mais barato do que comprar uma passagem direto para lá.
Por exemplo, se você pretende ir a Madri, e a capital da Espanha é a conexão para um voo com destino a Paris, é possível desembarcar ali e descartar todo o trecho restante. A tática, porém, exige que o passageiro leve apenas malas de mão e não despache a bagagem.
Para quem quer ir por vias terrestres, buscadores de passagens de ônibus, como o Click Bus, Quero Passagem, Buser e FlixBus, podem ser o caminho.

Algumas agências de turismo conseguem promoções individualizadas junto a parceiros e fornecedores. Vale checar se compensa para você.
Tem quem opte pelas agências em busca de maior tranquilidade. Desde que o caso do Hurb veio à tona, em maio, Emerson Belan, diretor geral da CVC Viagens, relata uma maior procura por pacotes da empresa.
“Desde a última semana, temos tido maior movimento. Acreditamos que o faturamento do segundo semestre deste ano vai ultrapassar o da pré-pandemia”, afirma.
Embora seja mito que passagens aéreas ficam mais baratas de madrugada, escolher voos em horários estratégicos não é.
“Não tem hora para comprar, mas tem para voar”, diz Lucas Estevam, criador de conteúdo no @EstevamPeloMundo. Há dias e horários de partida nos quais voar é mais barato.
A dica é fugir dos finais de semana e dos embarques entre 7h e 8h em dias úteis, que costumam ser o fluxo de viagens a trabalho de executivos.
Priorize voos entre terça e quinta-feira, e o horário do almoço e da madrugada.

Usar milhas pode baratear —e muito— o preço final da viagem. Invista em programas de fidelidade de uma companhia aérea, ou em operadoras de cartão de crédito que convertam pontos.
“Não é só na passagem, mas em hotéis, ingressos, aluguéis de carros, cruzeiros. Elas são a garantia de melhor preço”, afirma Estevam.
Há programas que ainda oferecem bonificações em serviços do dia a dia. É possível, por exemplo, comprar créditos no Uber pelo programa Smiles, da Gol, para ganhar milhas.
Nada bate o café da manhã de hotel. Mas, para quem viaja em grupo ou planeja uma estadia mais longa, vale apostar em aluguéis de casas por temporada. Para isso, o Airbnb é uma boa pedida.
Outra dica é checar sites de reservas de pousadas, flats e hotéis. “O segredo é explorar os filtros. Dá para escolher por preço, avaliação, quantidade de pessoas e de quartos e proximidade do transporte público”, diz Anderson Dias.

Também vale manter a mente aberta para hostels. Há opções de espaços bonitos e arejados, e até com quartos individuais.
A localização e a infraestrutura também precisam ser consideradas. “Se o lugar tiver uma boa infraestrutura de transporte público, vale ficar hospedado perto de um metrô, por exemplo. Se não, vai ter que alugar um carro, e isso também precisa ser colocado no papel”, diz André Braz, economista do FGV/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
O carro alugado também pode ser um aliado na busca por hospedagens mais baratas. A depender do destino, vale ficar em uma cidade vizinha, ou em regiões suburbanas, e dirigir pelo roteiro.
Viajar para fora ainda requer cuidado com o câmbio. Uma forma de diminuir o risco com as flutuações de moeda é comprar dinheiro em espécie aos poucos.
“O câmbio muda, às vezes de forma desfavorável, e é preciso colocar isso na conta”, diz Braz. Uma maneira de mitigar a flutuação é comprar quando o real se valorizar e seguir acompanhando a cotação comercial.
Paralelo a isso, vale apostar em contas digitais internacionais. Operações assim têm cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em 1,1%; com cartões tradicionais, a incidência é de 5,38%.
“Combinar os dois é um bom caminho para quem quer ter mais segurança e não correr o risco de perder todo o dinheiro em caso de roubo ou furto. Se perder, fim de férias“, afirma Braz.

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