Perdi o voo! E agora, perdi a passagem também?

Perdi o voo! E agora, perdi a passagem também?

Mesmo que pense que isto nunca irá acontecer, um dia isto pode sim acontecer! Mais calma, você perdeu o voo mais ainda não perdeu a passagem.  Não estou falando que isto significa que não terá prejuízos, pois certamente, terá prejuízos. Isto aconteceu comigo duas vezes: uma em Londres (perdi um voo para Oslo), nesta ocasião eu também entre ” , perdi a passagem, pois, para remarcar a mesma passagem ficava mais caro que, comprar uma nova de ida e volta. Uma outra situação, aconteceu no Aeroporto de Ribeirão Preto, Brazil, em um voo que estava indo para Guarulhos-SP, neste caso perdi um trecho da viagem e também, tive que comprar uma nova passagem na hora, no aeroporto, pois ficava mais barato que remarcar a passagem que já tinha, então, guardei o meu bilhete para remarcar em outra ocasião, que consegui remarcar para um nova viagem 2 meses depois, com um valor aproximadamente de 70% de uma passagem normal. O prejuízo é sempre alto quando você perde um voo e tenta remarcar a sua passagem

Perdi o Voo e agora?
Perdi o Voo e agora?

O passageiro que perder o voo e não embarcar, seja qual for o motivo, terá o direito de remarcar um novo voo utilizando o mesmo bilhete, entretanto, terá que pagar uma multa, que, dependendo da companhia aérea, pode inclusive, ultrapassar o valor de uma passagem novinha.

Perder o voo, é uma situação que acontece mais do que se imagina, e por muitas vezes, não significa prejuízo por completo. De acordo com uma portaria da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a passagem aérea é válida por 12 meses, a partir da data em que foi emitida. Portanto, o passageiro que não conseguiu embarcar, não perde a passagem.
O bilhete pode ser usada em outra data, mediante o pagamento de uma taxa estabelecida pela companhia aérea. Algumas empresas cobram, além da multa, taxas de remarcação e diferença tarifária entre o valor do voo cancelado e o do novo voo, o que pode encarecer a passagem a ponto de ultrapassar seu valor original. Para o Idec, a cobrança dessas taxas extras é abusiva.
Entretanto, o passageiro que souber com antecedência que não conseguirá comparecer ao embarque, tem a opção de remarcar o voo ou cancelar o bilhete e pedir reembolso. Essas possibilidades, estão sujeitas ao pagamento de uma taxa, como por exemplo a tarifa cobrada para remarcação de passagem. A cobrança é considerada legal pelo Idec, mas há regras que limitam seu valor. “No caso de cancelamento, o consumidor tem direito à restituição do que pagou, descontada a multa, que não pode exceder 5% do valor do bilhete, de acordo com o artigo 740 do Código Civil”, explica o advogado do Idec Flavio Siqueira Júnior.
Fonte e para maiores informações pesquise no site do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, o IDEC